
Atualmente, os Cadetes Aviadores iniciam a instrução aérea primária e básica, voando o Neiva T-25 Universal. Após aprovado no esta etapa, ele é designado para executar sua instrução avançada na aeronave Embraer T-27 Tucano, também de fabricação nacional. Nessas aeronaves os Cadetes desenvolvem as qualidades individuais de pilotos militares, dominando o avião em manobras de precisão, acrobacias, vôos de formatura e por instrumentos, preparando-se para o seu emprego em futuras operações de combate.
Além de aprenderem a voar, completam o currículo técnico-especializado do Curso de Formação de Oficiais Aviadores com cursos de Aerodinâmica, Propulsão a Jato, Navegação Aérea, Tráfego Aéreo, Inglês Técnico e Meteorologia. Os novos pilotos saem da Academia da Força Aérea como Aspirantes-a-Oficial-Aviador, seguindo para Natal, no Rio Grande do Norte, onde irão se aperfeiçoar voando nos Esquadrões Pacau e Joker ou Gavião ou para Fortaleza para voar no Esquadrão Rumba, para o caso de aviação de Transportes.
O Primeiro Esquadrão de Instrução Aérea (1º EIA), conhecido como Cometa, que possui quatro Esquadrilhas: Antares, Castor, Sirius e Vega.